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 [infotmação] historia PininFarina

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DANN
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MensagemAssunto: [infotmação] historia PininFarina   Qua Fev 17, 2010 10:54 am

O segundo mais novo de uma família de onze irmãos de nome Giovanni Battista "Pinin" Farina. (a alcunha "Pinin" significa "o pequeno" em dialecto de piemonte), nasceu em Turim na data de 2 de Novembro de 1893.

Giovanni Battista "Pinin" Farina


Em 1961, o presidente da républica Italiano, actuando sobre um proposta do Ministerio da Justica, autorizou a alteração do seu ultimo nome para "Pininfarina" em consideração das suas realizações em atividades sociais e industriais.

Aos 11 anos de idade começou a trabalhar na bodyshop do seu irmão Giovanni, "Stabilimenti Farina". Durante a primeira guerra mundial supervisionou pessoalmente a construção do "Aviatic" avião de treino, Pela qual ele recebeu a condecoração pelo "Office of Military Aviation".

Em 1920, foi aos Estados Unidos conhecer a América e julgar em primeira mão os grandes desenvolvimentos desse país. Em Detroit encontrou-se com com "Henry Ford", que pediu que permanecesse em América e trabalhasse para "Ford Motor Company", mas Pininfarina preferiu retornar a Italia. Entretanto, essa visita à America foi de grande valor, não tanto pela informação tecnologica nova quanto pelo vislumbramento do entusiasmo que a empresa privada provoava no povo americano. O ritmo feveroso da vida americana imprecionou e incentivou-o a aceitar o desafio da sua vida. Em 1920, casou com Rosa Copasso, com quem teve duas crianças, Gianna, nascida em 1922 e Sergio, nascido em 1926.

Pininfarina mostrou sempre grande interesse nos esforços constantes do homem em desenvolver a tecnologia. Pininfarina sentiu atracção pelo automóvel e foi fascinado pela aeronáutica e pelo vôo. Em 1921 conduzio o veículo vencedor na corrida "Aosta-Gran San Bernardo", fazendo o melhor tempo de todas as categorias em competição, sendo que o carro que conduzio era o seu próprio automóvel pessoal e não um automóvel de competição. Seu record ficou imbativel durante 11 anos.


Em 1930, deixou a "Stabilimenti Farina" e fundou a ''Carrozzeria Pinin Farina". O plano para a sua empresa era construir carroceiras especiais, mas pensou eventualmente em expandir além do nível da manufacturing. Quis transformar a manufacturing de uma carroceria numa indústria independente, dando emprego a um número maior de trabalhadores. Com essa ideia em mente, equipou a fábrica com ferramentas industriais de vanguarda e procedimentos. Em pouco tempo tinha montada uma linha de produção capaz uma série pequena de automóveis a um rimo de 7/8 automóveis por o dia.

Pouco antes da segunda guerra mundial, a sua fabrica em "Corso Trapani" produzida carrocerias com um design revolucionario para a epoca, desenvolvendo as linhas que os automóveis teriam no futuro. Antes da guerra Pininfarina tinha estabelecido contatos com empresas de carros extrangeiras: General Motors procurou sua cooperação assim como a Renault. A guerra interrompeu estes contatos.

Após a guerra, Pininfarina projetou e produziu, entre outras coisas, o 1946 “Cisitalia” mostrado no Museum of Modern Art em New York como “um dos oito carros motaveis de nosso tempo”. Foi definido como a melhor expressão da simplicidade e da beleza do projeto no campo automóvel. Ajustou os padrões para o automóvel da era pós guerra. Vinte anos mais tarde, o museu da arte moderna em New York apresentaria um outro veículo de Pininfarina, o “Sigma”, um protótipo do carro de segurança que recebesse o elogio world-wide especialmente nos Estados Unidos.

1946 “Cisitalia”


1963 "“Sigma”"


Imediatamente apos a guerra, diversos fabricantes automoveis abriram conversas com Pininfarina. A colaboração começou com os American Company, Nash Motor of Detroit (now the American Motors Co.). Em 1952, Pininfarina retornou aos Estados Unidos para apresentar o "Ambassador", que tinha projetado, e o “Nash Healey”, planeado e construído em série limitada na sua fabrica de Turin. Pninfarina foi calorosamente recebido com varias manifestações de respeito e de estima.

"Ambassador"


“Nash Healey”


Assim era a primeira vez na história de companhias americanas de automóveis que o nome de um desenhador se tornava famoso.

Nos seguintes anos muitos fabricantes automóveis pedir-lhe-iam para planear modelos novos para a linha de produção.

Em 1958, Pininfarina terminou a costrução de uma fabrica nova, construída de acordo com os padrões mais modernos, cobrindo uma área de 75.000 m² dos quais cerca de 40.000 m² cobertos. Ampliações posteriores viriam a atingir 102.500 m² com cerca de 50.000 m² cobertos, acompanhadas pelo aumento sucessivo dos postos de trabalho. Isto significou um aumento notável na produção. Em 1961, após 50 anos de atividade, Pininfarina deixou a direcção da firma que passou para o seu filho Sergio e o genro Renzo Carli. Esta mudança, assegurou a continuação do trabalho de Pininfarina, desde que passaram de desenhadores a gerentes industriais. Pininfarina viajou extensamente, fazendo filmes, mas sobretudo, dedicou seu tempo aos trabalhos culturais e de caridade. Para a celebração do Centenary do Unification de Italy, preside à "Fashion-Style Costume Show", destacando o desenvolvimento do homem e do seu ambiente do "belle-epoque" à era do míssil.

Sergio Pininfarina


Renzo Carli


Em 1964, um Professional and Recreational Complex em Grugliasco foi aberto. Pininfarina estimula este complexo como uma demonstração de seu entusiasmo para tudo que poderia contribuir à formação cultural e profissional de trabalhadores novos.

Em 1966, aproximadamente um mês antes que sua morte (em 3 de Abril de 1966), Pininfarina aparece em público na inauguração dos Pininfarina Studies and Research Center, onde se incluia o primeiro túnel de vento da Itália e que veio a permitir que a industria se mantivesse na vanguarda da investigação nestas áreas, compartilhando essa ocasião com o presidente da república.

Actualmente o grupo emprega mais de 3.000 trabalhadores em fábricas na Europa, em Marrocos e na China.

O último entre muitos tributos e honras que recebeu durante sua vida, Pininfarina recebeu de "Légion d'Honneur” da mão do General De Gaulle. Sobre os seus sessenta anos da atividade profissional, Pininfarina foi nomeado "Cavaliere del Lavoro” e "Honorary Member of the Royal Society of Arts of London" com "Honorary Royal Designer for Industry", foi nomeado mais tarde "Fellow" da mesma sociedade. O rei Baldovino de Bélgica decorou-o, pela sugestão da Union Professionnelle du Ministère des Affaires Economiques.

Pininfarina foi nomeado "Honorary Member" da Engineer and Architect Society de Turin, que lhe concedeu mais tarde o “Premio Torino”. Recebeu o Gran Premio Nazionale Compasso d'Oro. Recebeu o reconhecimento da Paris Society for the Encouragement of Research and Invention, da “Gran Croce con Placca” da Ordem de Malta, um degrau “Honoris Causa” da faculdade de Architecture at the Turin Polytechnic Institute. O presidente da república italiana entregou-lhe a medalha de ouro para a instrução, a cultura e a arte.

Também, durante a via viagem à volta do mundo, Pininfarina foi condecorado com a chave dourada dà cidade de Detroit pelo seu major, como cidadão honorario.

Ficam aqui alguns dos comentários que explicam merecer tais honras:
“Porque a indústria de automóvel se tornou desde 1930, Pininfarina trabalhou no problema da conformização do automóvel. Após um período longo e uma elaboração rigorosa do formulário, criou o plastico em linha muito influencial na produção industrial e na determinação de padrões para o automóvel”. (Gran Premio Nazionale Compasso d'Oro, 1957).

"É a incontestável a aerodinamica do atomóvel, juntado a um controle perfeito desta técnica, um talento verdadeiro de artista. Concebe muitas formas de veículos de motor, tão sabedor quanto estéctico. De uma riqueza nas invenções renovou incessantemente, as suas criações foram marcadas definitivamente e universalmente a indústria do High Body como aquela da Great Competition”. (Société d'Encouragement pour la Recherche et l'Invention, Paris 1961).

"Desde da guerra nós exportamos quase 2.900.000 veículos. Hoje nós temos 150 mercados de mundo para sustentar. Consequentemente, para adaptar os termos aritméticos normais, nós tivemos que encontrar a melhor e mais incomum denuminação. A resposta era Pininfarina ". (British Motor Co.durante um seminario de design industrial, Amsterdam 1961).

“Pininfarina é sem duvida alguma o mais prestigioso carroceiro do mundo e suas realizações são conhecidas e admiradas por todos. Mas Pininfarina não é somente o apostolo da bondade, e o seu espírito social iguala a sua genialidade… European Gran, é devotado com seu dinamismo do extraordinario e seu espírito artístico tem o acordo internacional e com a amizade dos povos, considerando que muitas mais coisas devem de servir para os ligar do que para os dividir”(Grand Officier de l'Ordre International du Bien Public. Paris 1962).

“Pininfarina, mestre famoso do mundo do projeto industrial, do colaborador de técnicas do edifício para carrocerias e do criador, em Turin, do estilo italiano na arquitetura do automóvel” (Premio Torino, 1963).

"Inquestionavel mestre na construção de técnicas para automóveis, Pininfarina tem um conhecimento perfeito desta tecnologia e da aerodinâmica automovel. Tem o talento artístico verdadeiro e prestigioso, acopolado com uma imaginação creativa dedicada à inovação. Qualidades como estas têm-no permitido de criar maravilhosos e harmoniosos carros, puros na linha, caracteristica na decoração”. (Degree ''Honoris Causa" in Architecture, Turin 1963).


A EMPRESA PININFARINA

Acordos de cooperação

A Pininfarina desenvolveu acordos de cooperação com vários fabricantes através dos quais veio a participar de forma significativa não só no desenho da carroçaria mas também na introdução de alterações técnicas na própria mecânica do automóvel como se passou por exemplo a própósito do fabrico do Ferrari Dino Speciale apresentado em Paris em 1965 e em que o motor central resultou da sugestão da Pininfarina.

Ferrari

A colaboração com a Ferrari estendeu-se a mais de vinte modelos, desde o Ferrari 212 Inter, uma das versões do Ferrari 212 com carroçaria Pinifarina apresentado em 1952, passando pelo Ferrari 250 apresentado em 1959 e que reflectia já a evolução do "design" de Pininfarina até ao mais recente Ferrari Superamerica de 2005.

Maseratti

A cooperação com a Maseratti iniciou-se em 1948 quando esta decidiu iniciar a "produção em massa" de veículos(61 carros em três anos) e fabricou o A6, um coupé com design de Pininfarina[5]. A cooperação decorreu em várias outras versões do A6 ao longo dos anos 50.

Após um interregno de várias décadas em que a Pininfarina esteve ligada ao concorrente Ferrari, a cooperação foi retomada já neste século após a união das duas marcas no mesmo grupo, sendo o primeiro fruto desta nova cooperação a versão V do Maserati Quattroporte em 2003 e o Maserati GranTurismo em 2007.

FIAT

«Provavelmente não teríamos sobrevivido sem a ajuda da Fiat(...)»
Sergio Pininfarina

Mais de 140 modelos nasceram da cooperação com a FIAT que Battista Pinifarina já conhecia desde os seus 18 anos, altura em que trabalhava na oficina do irmão e teve escolhido pelo próprio Giovanni Agnelli o seu desenho de radiador para o Fiat Zero. Desde então estabeleceu-se uma cooperação em mais de 140 modelos da marca italiana. A entrega pela Fiat em 1974 da produção do Campagnola, um todo o terreno para usos civis ou militares, e cuja produção decorreu até 1979, foi uma importante ajuda para o desenvolvimento da fábrica Pininfarina.

Alfa Romeo

«Os mais de 17.000 Giulietta e quase 10.000 Giulia constituiram um sucesso de vendas que traçou o destino da Pinifarina e lhe permitou transformar-se num fabricante de veículos completos.»
Pininfarina

Lancia

O envolvimento de Vincenzo Lancia com Battista Pininfarina vem ainda do tempo em que este trabalhava na oficina do irmão, e havia desenhado os faróis para Lancia Dilambda. Quando em 1930 Pininfarina decide avançar com o seu próprio negócio o apoio de Lancia é determinante, quer economicamente como sócio minoritário, quer como cliente colocando desde logo as primeiras encomendas de carroçarias para automóveis Lancia. A colaboração prosseguiu com muitos outros modelos nomeadamente o Aprilia de 1947 com um coeficiente aerodinâmico de 0,47 impensável para a época.

Peugeot

A cooperação com a Peugeot iniciou-se em 1951 com o desenho da carroçaria do Peugeot 403 e prosseguiu ao longo dos anos com vários outros modelos da marca francesa, especialmente as versões coupé e cabriolé. A concepção e fabrico do modelo 406 Coupé iniciou uma nova fase de colaboração entre as duas firmas a partir de 1992. Apesar de pertencer à família Peugeot 406, foi concebido um carro totalmente novo apenas tendo em comum a parte mecânica e poucos mais componentes. Todo o fabrico foi realizado nas fábricas da Pininfarina que realizou investimentos importantes na adaptação das suas instalações para essa finalidade. Em Junho de 2003 a Pininfarina celebrou o fabrico do 406 Coupé número 100.000.

General Motors

O primeiro contacto de Pininfarina com empresas do grupo General Motors(GM) dá-se pouco depois de ter criado a sua companhia ao preparar um chassis para o recém apresentado Cadillac V-16, por encomenda especial do Marajá de Orccha, na Índia, que pretendia um cabriolé para servir de veículo para a caça aos tigres. [11]. Após uma visita do vice-presidente da General Motors em meados dos anos 30, iniciou-se uma colaboração em vários modelos coupé e cabriolé que seria retomada após a Guerra chegando Pininfarina a ser recebido pelo presidente americano Eisenhower e a ser felicitado pelo presidente da GM pelo seu trabalho no Buick Lido Coupé cujo tecto se levantava ao abrir a porta, de forma a facilitar a entrada do condutor. A colaboração prosseguiu entre 1986 e 1993 com os chassis do Cadillac Allanté a serem transportados de Detroit para Turim onde recebiam as carroçarias Pininfarina. Nos anos 90 essa colaboração manifestou-se na concepção do protótipo Chrysler Chronos.

Carros sob encomenda e protótipos

Além de projetar carros comerciais, a Pininfarina é conhecida por criar veículos sob encomenda, veículos de demonstração e protótipos, tanto para os fabricantes quanto para colecionadores. Muitos dos protótipos serviram apenas como carros-conceito, mas vários se tornaram veículos de produção como a Ferrari 612 e a Ferrari F50.

Os veículos sob-encomenda da Pininfarina são geralmente carros exclusivos com produção única baseados em modelos de série da Ferrari, Maserati ou outros fabricantes de topo. Um dos mais famosos carros sob encomenda é a Ferrari P4/5 criada em 2006.


Desenhos famosos
- 1933 Alfa Romeo 8C 2300
- 1936 Lancia Aprilia
- 1938 Lancia Astura
- 1952 Ferrari 250
- 1952 Nash Ambassador
- 1952 Nash-Healey
- 1955 Ferrari 410 Superamerica
- 1956 Austin A40 Farina
- 1957 Lancia Flaminia
- 1960 Peugeot 404
- 1964 Ferrari 275
- 1965 Dino 206
- 1965 MGB GT
- 1966 IKA-Renault Torino
- 1966 Alfa Romeo 1600 Spider Duetto
- 1966 Ferrari 330 GTC
- 1966 Fiat 124 Spider
- 1966 Fiat Dino Spider
- 1968 Ferrari Daytona
- 1968 Peugeot 504
- 1971 Fiat 130 Coupe
- 1973 Ferrari 365 GT4 BB
- 1974 Lamborghini Countach (pelo grupo Bertone)
- 1975 Lancia Montecarlo
- 1975 Rolls-Royce Camargue
- 1978 Jaguar XJ-S
- 1984 Ferrari Testarossa
- 1985 Alfa Romeo 75
- 1986 Peugeot 205 Cabriolet
- 1987 Alfa Romeo 164
- 1987 Cadillac Allanté
- 1987 Ferrari F40
- 1989 Ferrari Mythos
- 1994 Fiat Coupé
- 1997 Peugeot 306 Cabriolet
- 1997 Peugeot 406 Coupé
- 1999 Peugeot 406 Berlina
- 1999 Songhuajiang Zhongyi Hafei
- 1999 Mitsubishi Pajero
- 2000 Daewoo Tacuma
- 2000 Ferrari 550 Barchetta
- 2000 Hispano Habit
- 2001 Citroën Osée
- 2002 Ferrari 575M Maranello
- 2002 Enzo Ferrari
- 2002 Daewoo Nubira
- 2003 Maserati Quattroporte
- 2005 Maserati Birdcage 75th
- 2006 Volvo C70
- 2006 Ferrari P4/5 by Pininfarina
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MensagemAssunto: Re: [infotmação] historia PininFarina   Dom Fev 21, 2010 11:25 pm

Boa Dann
não conhecia bem a historia do pininfarina
apenas pequenas coisas como o nome e pouco mais
Wink
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MensagemAssunto: Re: [infotmação] historia PininFarina   Ter Fev 23, 2010 3:53 am

de nada falta por as fotos agora

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MensagemAssunto: Re: [infotmação] historia PininFarina   

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